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CÂMARA PROMOVE SESSÃO SOLENE EM HOMENAGEM AO MÊS DA MULHER



A pedido do Gabinete do Vereador Manoel Monteiro e aprovado pelas demais Vereadoras e Vereadores foi promovido hoje de manhã na Sala das Sessões da Casa uma Sessão Solene presidida pelo Vereador Ezi Aragão, pela passagem do dia Internacional da mulher no último dia 08 de março, fechando assim o mês com o devido respeito e atenção que merecem as mulheres.

Compareceram diversos representantes da Sociedade Civil Organizada em geral e Associações afins, compondo a Mesa as Vereadoras Janaína Furtado e Maria José, a Professora Francisca Aragão representando o Núcleo de Educação Estadual, Yonara Machado representando a UTM (União Tarauacaense de Mulheres), Socorro Neri representando a REMUT (Rede de Mulheres de Tarauacá), finalizando representando a Polícia Militar o Ten. Abreu.

Pelo Executivo Municipal compareceram os Secretários de Ação Social e Saúde, Antônio Araújo e Carlos Tadeu respectivamente.


O proponente do requerimento Vereador Manoel Monteiro iniciou as falas dizendo que as mulheres que estavam presentes representavam todas as mulheres que de uma forma ou de outra estão nesse momento cuidando de suas famílias. Manoel Monteiro se Perguntou: “O que seria do homem sem as mulheres? Porque se elas não existissem não tinha sentido os homens viverem. Pois no seu ponto de vista daria para as mulheres viverem sem os homens, mas os homens não vivem sem as mulheres”. O Vereador Manoel Monteiro finalizou dizendo que todos os dias os homens tem que se esforçar para dar mais carinho para as mulheres.

Muito se debateu sobre a ainda infeliz violência contra a mulher quer seja física ou psicológica ou até falta de atendimentos básicos na saúde, demonstrando o Ten. Abreu estatísticas que comprovam que, apesar da Lei Maria da Penha a violência não diminuiu lembrando que o Brasil é o 5º país no mundo em violência contra as mulheres e o Estado do Acre é o 5º do Brasil, atribuindo isso a falta e campanhas de conscientização, acrescentando ainda que as ações que devem ser tomadas tem que partir dos homens para os que agridem mulheres se sintam coibidos a praticar tal delito.


Sem dúvida é um problema complexo que depende de apoio e investimentos do poder público que precisa investir mais, principalmente em abrigos (Núcleos de atendimentos), que faça com que essas mulheres sintam a proteção efetiva dos governos podendo assim tomar uma decisão em suas vidas. 


A conclusão a que se chegou é que deve-se sair do papel passando da teoria para a prática para que se possa fazer verdadeiramente um apoio social completo a essas mulheres vítimas de violência. Mas para que isso seja feito é preciso que se pensem amplamente políticas públicas no apoio a mulher vitima de violência e a família como um todo porque acontece muita violência em ambiente familiar, e pior, na presença dos filhos.

Inerente à família abre-se aí também um leque de problemas para que as autoridades possam cumprir seu papel, citando dois exemplos é que às vezes a própria esposa depois venha pedir para que seu marido seja solto e os filhos também pedem para que seus pais não sejam presos.



Após a solenidade foi servido um singelo coquetel para os participantes.

Reginaldo Palazzo/Assecom
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